Vou tirar meu coração de circulação,
vô colocar num pote colorido e encher com vinagre de mel.
Vou impedir que ele cante uma nova canção,
que faça de mim, novamente, sua vítima mais cruel.
Vou deixar lá, na prateleira mais alta, só pra não esqueçer
que um dia pulsou aqui, nesse espaço onde hoje
só há pretenção.